Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11067/7282
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorLopes, Joana Martins Gonçalves, 1984 --
dc.contributor.authorFerreira, Susana Margarida Rego, 2000--
dc.date.accessioned2023-12-19T11:38:26Z-
dc.date.available2023-12-19T11:38:26Z-
dc.date.issued2023-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/7282-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Psicologia Clínica, Universidade Lusíada de Lisboa, 2023.pt_PT
dc.descriptionExame público realizado em 11 de Dezembro de 2023.pt_PT
dc.description.abstractEstilos de vinculação inseguros e dificuldades de regulação emocional, com uso de estratégias pouco adaptativas, tais como a supressão, estão frequentemente associados a padrões de comportamento alimentar pouco funcionais. O presente trabalho afigura-se pertinente tendo em conta a escassez de estudos com amostras normativas e jovens adultos, ao contrário da profusão dos mesmos já existente com adolescentes. Sendo de natureza quantitativa, tem como objetivo compreender e caraterizar a relação entre o comportamento alimentar, a regulação emocional e a vinculação. Participaram neste estudo 123 jovens adultos (27 homens, 95 mulheres e 1 indivíduo não-binário), com idades compreendidas entre 20 e 24 anos. O plano metodológico inclui a administração de cinco instrumentos: (1) Questionário socio-demográfico, (2) a versão Portuguesa do “Three-Factor Eating Questionnaire-R21”, (3) “Questionário de Regulação Emocional (QRE)”, (4) a “Escala de Dificuldades na Regulação Emocional (EDRE)” e (5) a “Escala de Vinculação do Adulto (EVA)”. Os resultados revelam que existe uma associação positiva significativa entre as dificuldades de regulação emocional e os estilos alimentares de alimentação emocional e alimentação descontrolada. Os resultados indicam também uma associação positiva significativa entre a estratégia de supressão emocional e o estilo alimentar de restrição cognitiva. Encontrou-se ainda uma associação positiva significativa entre a dimensão da vinculação “ansiedade” e o estilo alimentar de alimentação descontrolada. Quando consideradas as variáveis socio-demográficas encontrou-se: (1) uma associação positiva significativa entre o Índice de Massa Corporal (IMC) e o comportamento alimentar de restrição cognitiva, e (2) uma associação positiva significativa entre o IMC e o comportamento alimentar de alimentação emocional. As análises de regressão mostram que as dificuldades de regulação emocional são preditores VI significativos do comportamento alimentar desajustado. Os resultados realçam a importância de uma abordagem multifactorial no estudo do comportamento alimentar, com o desenvolvimento de programas de intervenção que incidam sobre estratégias adaptativas de regulação emocional em jovens adultos. Sempre que possível, deve ser priorizada uma ação concertada e antecipada de prevenção das dificuldades de regulação emocional desde a infância.pt_PT
dc.description.abstractInsecure attachment styles, emotional regulation difficulties, and maladaptive coping strategies, such as emotional suppression, are often associated with poorly functional eating patterns. The present work appears relevant considering the scarcity of studies with normative samples and young adults, as opposed to the profusion of studies with adolescents. This quantitative study aims to understand and characterize the relationship between eating behavior, emotional regulation, and attachment. The sample had 123 young adults (27 men, 95 women, and one non-binary individual) aged between 20 and 24 years. The methodological plan includes five instruments: (1) the Socio-demographic questionnaire, (2) the Portuguese version of the Three-Factor Eating Questionnaire-R21, (3) the Emotional Regulation Questionnaire (ERQ), (4) the Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS), and (5) the Adult Attachment Scale-R (AASR). The results reveal a significant positive association between emotional regulation difficulties, emotional eating, and uncontrolled eating styles. The results also indicate a significant positive association between the emotional suppression strategy and the cognitive restraint eating style. A significant positive association was also found between the attachment dimension – anxiety - and uncontrolled eating. When considering the socio demographic variables, the results indicate (1) a significant positive association between Body Mass Index (BMI) and cognitive restraint eating behavior and (2) a significant positive association between BMI and emotional eating. Regression analysis shows that emotional regulation difficulties are predictive of maladaptive eating behavior. The results highlight the importance of a multifactorial approach to eating behavior through intervention programs focusing on adaptive emotional regulation strategies in young VIII adults. Priority should be given to concerted and anticipated action programs to prevent difficulties in emotion regulation from childhood onwards.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectNutrição - Aspectos psicológicospt_PT
dc.subjectJovens - Nutrição - Aspectos psicológicospt_PT
dc.subjectDistúrbios alimentarespt_PT
dc.subjectComportamento de vinculaçãopt_PT
dc.subjectEmoçõespt_PT
dc.titleComportamento alimentar em jovens adultos : influência da regulação emocional e vinculaçãopt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid203444442pt_PT
Appears in Collections:[ULL-IPCE] Dissertações

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
mpc_dissertacao_susana_ferreira.pdfDissertação1,16 MBAdobe PDFThumbnail
View/Open


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex mendeley Endnote Logotipo do DeGóis Logotipo do Orcid 

This item is licensed under a Creative Commons License Creative Commons