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dc.contributor.advisorAmaral, Jorge Manuel Ferreira de Albuquerque-
dc.contributor.authorRocha, José Pedro Alves Costa dos Santos-
dc.date.accessioned2018-04-30T15:16:10Z-
dc.date.available2018-04-30T15:16:10Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/3823-
dc.descriptionExame público realizado em 23 de Abril de 2018, pelas 16h30m.-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Arquitetura.-
dc.description.abstractResumo: Tendo como posição inicial que arquitetura deve recentrar o Homem nas suas preocupações, investiga-se neste trabalho sobre a importância do sentimento de pertença na arquitetura, e a validade de o seu enquadramento como a emoção maior, final, da relação que uma obra arquitectónica pode estabelecer com o Homem. Ensaia-se a possibilidade de qualquer pessoa sentir que pertence a uma construção, em particular de uso público, de forma idêntica à que sente que pertence à sua casa, à sua rua, ao seu bairro, à sua cidade. Uma questão relacionada com a existência e com o habitar de Heidegger. Para responder ao problema da perda de significado na arquitetura e da distância entre obra e Homem procura-se respostas que só o pensamento fenomenológico é capaz de oferecer, e a partir do qual se tenta definir o lugar capaz de estabelecer vínculos e que, por isso, se pode tornar em apoio existencial. Procuramos estudar zonas fenomenológicas de forma a encontrar pistas para uma arquitetura mais próxima das pessoas e capaz de se envolver com elas em todas as suas componentes: racionais, históricas e, principalmente, emotivas. Conseguir que uma obra estabeleça sentimentos vinculativos com quem a usa não é fácil, mas acreditamos que um processo de projeto informado com a teoria aqui estudada fica com um caminho mais facilitado para produzir verdadeiros lugares, aos quais as pessoas se vinculam genuinamente e que lhes aumentem a qualidade de vida.pt_PT
dc.description.abstractAbstract: Having as the starting position that architecture should refocus Man in his preoccupations, this work investigates on the importance of the feeling of belonging in architecture, and the validity of its framing as the final, larger emotion of the relation that an architectural work can have with man. The possibility of anyone feeling that he belongs to a building, in particular in a building of public use, in the same way as he feels that he belongs to his house, his street, his neighbourhood, his city is tested in this paper. This is a question related to the concepts of existence and dwelling of Heidegger. In order to respond to the problem of the loss of meaning in architecture and the distance between work and Man, one seeks answers that only phenomenological thought can offer, and from which one tries to define the place capable of establishing links and, for this can become an existential support. We seek to study phenomenological zones in order to find clues to an architecture that is closer to people and able to engage with them in all its components: rational, historical and, above all, emotional. To get a work to establish binding feelings with those who use it is not easy, but we believe that an informed design process with the theory studied here has a much easier way to produce real places to which people genuinely link and increase the quality of life.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectArquiteturapt_PT
dc.subjectTeoria da arquitecturapt_PT
dc.subjectFenomenologiapt_PT
dc.subjectLugarpt_PT
dc.subjectDesenvolvimento urbano - Centros urbanospt_PT
dc.subjectErmesindept_PT
dc.titleSobre o sentimento de pertença na Arquitecturapt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid201911671-
Appears in Collections:[ULP-FAA] Dissertações

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